Como solucionar um dos maiores entraves da gestão da saúde
Descubra como a implementação de dados em tempo real pode ser a chave para superar os desafios do setor, reduzir custos e salvar vidas
A saúde, pilar fundamental de qualquer sociedade, enfrenta uma encruzilhada. De um lado, a pressão por um atendimento de excelência, humanizado e eficaz. Do outro, uma realidade econômica que impõe a otimização de recursos e a busca incessante por eficiência. Em meio a esse cenário, surge a tecnologia como uma aliada poderosa, capaz de transformar a gestão da saúde, salvar vidas e garantir a sustentabilidade do setor.
A crise sanitária global dos últimos anos não apenas testou os limites dos sistemas de saúde em todo o mundo, mas também expôs fragilidades que já existiam, embora muitas vezes subestimadas. A falta de integração entre os diferentes elos da cadeia de cuidado, a fragmentação das informações dos pacientes e a consequente duplicidade de exames e procedimentos são apenas alguns dos problemas que, somados, geram um desperdício de recursos que pode chegar a 50% em alguns sistemas de saúde.
Imagine o impacto de um desperdício dessa magnitude. Recursos que poderiam ser investidos em mais leitos, em tecnologias de ponta, na contratação de profissionais qualificados ou em programas de prevenção, simplesmente se perdem em meio a processos ineficientes e falhas de comunicação.
É nesse contexto que a discussão sobre a gestão da saúde ganha contornos de urgência. Não se trata apenas de cortar custos, mas de repensar a forma como o cuidado é entregue, colocando o paciente no centro de tudo e buscando o melhor resultado clínico com o menor custo possível.
Value-Based Health Care: O Futuro da Saúde é Baseado em Valor
O conceito de Value-Based Health Care (VBHC), ou Saúde Baseada em Valor, surge como um farol a guiar essa transformação. Proposto por Michael Porter, renomado professor da Harvard Business School, o VBHC defende uma mudança de paradigma: em vez de remunerar por volume de procedimentos, o sistema deve recompensar os resultados que realmente importam para o paciente.
Essa abordagem exige uma mudança cultural profunda, na qual a colaboração entre as equipes multiprofissionais, a transparência dos dados e a busca incessante pela melhoria contínua se tornam os pilares de uma nova forma de cuidar.
Para que o VBHC se torne uma realidade, no entanto, é preciso superar um dos maiores desafios da saúde moderna: a fragmentação dos dados.
A fragmentação dos dados e seus impactos
Pense na jornada de um paciente com uma doença crônica. Ao longo de sua vida, ele passa por diversos médicos, hospitais, laboratórios e clínicas. Cada um desses pontos de atendimento gera uma infinidade de dados: prontuários, exames, laudos, prescrições.
O problema é que, na maioria das vezes, esses dados ficam confinados em sistemas que não se comunicam entre si, criando uma verdadeira “Torre de Babel” da saúde. O resultado? Um cuidado fragmentado, com repetição de exames, atrasos em diagnósticos e, em casos mais graves, até mesmo erros médicos.
É aqui que a interoperabilidade, a capacidade de diferentes sistemas de informação trocarem e interpretarem dados entre si, se torna a peça-chave para a construção de um sistema de saúde mais seguro, eficiente e centrado no paciente.
Conectando os pontos para salvar vidas
A interoperabilidade não é apenas uma questão de tecnologia, mas de estratégia. Ao permitir que os dados do paciente fluam de forma segura e transparente entre os diferentes pontos de atendimento, ela cria uma visão 360º da saúde do indivíduo, possibilitando um cuidado mais coordenado, proativo e personalizado.
Imagine um paciente que chega a um pronto-socorro com um quadro de dor torácica. Com um sistema interoperável, o médico de plantão tem acesso instantâneo a todo o seu histórico de saúde: exames cardiológicos anteriores, alergias, medicamentos em uso. Essa informação, disponível em tempo real, pode ser a diferença entre a vida e a morte.
Além de salvar vidas, a interoperabilidade também gera um impacto financeiro significativo. Ao evitar a duplicidade de exames e procedimentos, ela reduz o desperdício de recursos e contribui para a sustentabilidade do sistema de saúde.
Fusion da Sisqualis: a solução para uma saúde conectada e inteligente
Ciente dos desafios e das oportunidades da saúde 4.0, a Sisqualis desenvolveu o Fusion, uma plataforma de interoperabilidade que está revolucionando a forma como os dados são compartilhados no setor.
Seguindo os mais rigorosos padrões internacionais, como o HL7 e o FHIR, o Fusion integra diferentes sistemas de informação, como prontuários eletrônicos, sistemas de gestão hospitalar (ERP) e sistemas de informação laboratorial (LIS), criando um ecossistema de saúde conectado e inteligente.
Com o Fusion, hospitais, clínicas, laboratórios e operadoras de saúde podem trocar informações de forma segura e em tempo real, garantindo que o cuidado ao paciente seja contínuo, coordenado e, acima de tudo, eficaz.
Os benefícios do Fusion são tangíveis e se refletem em toda a cadeia de cuidado:
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Para os pacientes: um cuidado mais seguro, com menos repetição de exames, diagnósticos mais rápidos e precisos e a certeza de que sua equipe de saúde tem acesso a todas as informações necessárias para tomar as melhores decisões.
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Para os profissionais de saúde: acesso rápido e fácil ao histórico completo do paciente, permitindo um diagnóstico mais assertivo, um tratamento mais eficaz e uma tomada de decisão mais segura.
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Para as instituições de saúde: redução de custos com a eliminação da duplicidade de exames, otimização de processos, aumento da eficiência operacional e, consequentemente, melhores resultados financeiros.
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Fusion da Sisqualis: a solução para uma saúde conectada e inteligente
A jornada para a transformação da gestão da saúde está apenas começando. Os desafios são grandes, mas as oportunidades são ainda maiores. A tecnologia, aliada a uma mudança de cultura e a um foco incansável no valor para o paciente, tem o poder de criar um sistema de saúde mais justo, eficiente e humano.
A interoperabilidade, nesse contexto, não é mais uma opção, mas uma necessidade. É a ponte que conecta os diferentes elos da cadeia de cuidado, que transforma dados em inteligência e que, no final do dia, salva vidas.
A boa notícia é que já existem soluções robustas e seguras, como o Fusion da Sisqualis, que estão ajudando a construir esse futuro. Um futuro no qual a colaboração, a transparência e a busca incessante por valor sejam os pilares de um sistema de saúde que realmente cuida das pessoas.
Que tal se aprofundar ainda mais no assunto? Confira o Webcast Sisqualis sobre o papel da interoperabilidade na implementação da saúde baseada em valor.